publicidade
28/06/2018 10:33

Mais treinos, bandeira vermelha e punição exemplar marcam o início do terceiro dia no Sul-Americano Rotax


Foto: Erno Drehmer

Entramos no terceiro dia de pista aberta no Campeonato Sul-Americano de Rotax, que reúne em torno de 150 competidores vindos da América do Sul, mais notadamente do Brasil e Argentina, países que dominam a lista de inscritos.

Na terça e quarta-feira tivemos, no total, sete treinos de 10 minutos para cada categoria e hoje, quinta-feira, serão mais cinco treinos, um formato diferente do usual em nossas competições, que têm treinos mais longos.

O equilíbrio dentro de cada categoria está sendo a marca nestes treinos, com diferenças muito pequenas entre os cinco primeiros na maioria das vezes e também uma divisão interessante nos nomes que vêm figurando na liderança dessas atividades.

A DD2 Master, por exemplo, teve quatro líderes diferentes em oito treinos, todos brasileiros, até uma tendência natural. Fernando Guzzi e Diego Lozov lideraram três vezes, enquanto Michel Aboissa e Roberto Azana lideraram um.

Na DD2 o resultado é semelhante: Leonardo Reis e Marcel Coletta lideraram três vezes, André Nicastro e Rafael Reis uma.

Gabriel Gomez liderou os três primeiros treinos da Júnior Max, mas nos últimos foi a vez de Nicolas Giaffone crescer. A partir de então ele liderou quatro treinos, com Eduardo Trindade na ponta em um.

Na Micro Max esta boa divisão de líderes não vem acontecendo, já que Enzo Nienkotter liderou seis vezes em nove treinos. Gabriel Koenigkan, Felipe Falk e Luigi Di Lazzaro também lideraram.

Gabriel Gomez compete também na Mini Max, onde liderou dois treinos. Mas quem liderou mais até aqui foi Vinicius Tessaro, cinco vezes. E esta categoria mostrou pela primeira vez um estrangeiro na liderança, o argentino Felipe Bernasconi.

Quatro pilotos lideraram na Max Master, com maior destaque para Michel Aboissa, quatro vezes na ponta. Roberto Azana foi líder em dois treinos, Lucas Souza e Luís Antônio uma vez.

Por fim, na Sênior Max, a liderança foi dividida entre três pilotos: Christian Fliter e Guilherme Peixoto, líderes em três treinos, e João Cunha, dois treinos na ponta.

BANDEIRA VERMELHA E PUNIÇÃO – E a Sênior Max, por sinal protagonizou algo inédito para nós – e cuja consequência, na verdade  o rigor com que foram punidos os pilotos, deveria passar a ser regra no nosso kartismo.

O Diretor de Prova Ramiro Brito, de Portugal e que integra os quadros da CIK/FIA – mas nesse evento não trabalha representando a entidade – determinou a apresentação da bandeira vermelha logo nos primeiros minutos de um dos treino desta categoria.

Todos sabemos que a bandeira vermelha é a mais grave dentre todas, porque sinaliza algum perigo na pista, a ponto de uma atividade ter que ser imediatamente neutralizada. Mas, a totalidade dos pilotos simplesmente não atendeu e não obedeceu.

A atitude do Diretor de Prova foi simples, certeira e, principalmente educativa: como punição aos infratores, o treino foi cancelado e todos os pilotos mandados de volta ao Parque Fechado.

RESULTADOS – Como necessitamos digitar nome por nome, tempo por tempo, treino por treino,  e  temos cerca de 40 treinos por dia, ficou impossível postarmos os resultados. Por isso, indicamos que acessem o Race Monitor para conferir os resultados de cada atividade.


Fonte: Portal Kart Motor | Erno Drehmer

  • Não há comentários cadastrados até o momento!