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06/11/2018 09:02

Sprint Race terá temporada internacional em 2019. Confira entrevista com Thiago Marques, promotor da categoria


Foto: Luciano Santos

Criada em 2012, a Sprint Race é hoje o principal elo de ligação entre os pilotos que saem do kart e que querem seu primeiro contato com um bom carro de turismo, já visando dar continuidade à suas carreiras neste tipo de categoria.

Vários kartistas brasileiros já fizeram sua passagem pela Sprint Race, entre eles Enzo Bortoleto, Gaetano di Mauro e Guilherme Salas, que já têm uma carreira consolidada em outras categorias.

Nesta entrevista com Thiago Marques, piloto de longa carreira e promotor da Sprint Race, mostramos os principais pontos da categoria, bem como disponibilizamos (em PDF) sua apresentação e o plano financeiro para 2019 e também um vídeo, convidando os pilotos para a estreia da Sprint Race Internacional.

Para saber mais sobre a Sprint Race, envie e-mail para contato@sprintrace.com.br.

Qual o propósito da Sprint Race?
Por vivenciarmos tantos anos esse esporte, identificamos a necessidade de uma categoria intermediária para os pilotos que saem do kart e planejam seguir o automobilismo como profissão. Já na virada dos anos 2000 as categorias de fórmula, não só no Brasil, mas em todo o mundo, começaram a passar por instabilidades, justamente pelas dificuldades principalmente orçamentárias que os pilotos teriam para atingir seu objetivo máximo que é chegar na Fórmula 1. Colocamos “em pé” o projeto Sprint Race num carro de turismo no ano de 2012, e de lá pra cá a categoria se expandiu de tal forma que ano a ano não recebemos somente pilotos oriundos do kart, mas sim pilotos de diversas idades e categorias brasileiras.

De que forma é disputado o campeonato?
Dividimos em duas categorias. A PRO, para pilotos até 25 anos, e a GP, para pilotos de 25 anos ou mais. E os pilotos da GP podem optar em correr na PRO.

Que pilotos podem participar?
Na PRO, pilotos oriundos do kart, e na GP os pilotos de outras categorias já com experiencia ou não. São estes, na grande maioria, pilotos que vem da Porsche GT3, Mercedes Challenge e Stock Light, entre outras.

Qual a relação da Sprint Race com o kartismo?
Avaliamos como o passo ideal para quem sai do kart. Por ter seu assento centralizado, ele acaba sendo semelhante a um kart, o que possibilita também ao piloto fazer um ano de Sprint e, aí sim, partir para tentar seu sonho nos fórmulas. Já passaram pela Sprint Race o Gaetano Di Mauro, Enzo Bortoletto, Guilherme Salas, por exemplo.

Em qual patamar do automobilismo brasileiro a Sprint Race se enquadra?
Estamos partindo para o nosso oitavo ano de categoria, sendo reconhecidos como uma das mais tradicionais e consolidadas categorias do país. Ano a ano buscamos oferecer novidades aos pilotos. Em 2019, por exemplo, teremos três etapas nos Estados Unidos, nas principais pistas do mundo. Outra grande novidade será o câmbio-borboleta, tecnologia que no Brasil só a Stock Car tem.

Quais os custos para participar?
No próximo ano teremos o Campeonato Sprint Race Brasil, onde com R$11.666,66 por mês o piloto já pode ocupar uma vaga. E teremos também o Internacional, que será um campeonato mais curto, com três etapas e seis corridas. Este custará R$ 92.000,00 a temporada.

Que tipo de carros e que motores são utilizados?
O Sprint Race é um verdadeiro carro de corrida. Todas as peças são desenvolvidas exclusivamente para ele, que só pode ser usado no próprio campeonato da Sprint. O carro completo tem 900 quilos e motor V6 de 260CV. E o câmbio é francês, da Sadev, de 6 marchas, na borboleta, o “padle shift”. 

Fonte: Portal Kart Motor | Erno Drehmer

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