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20/07/2020 11:57

Kartismo brasileiro se despede de Maurício Bezerra de Mello em final de semana triste para o esporte


Foto: Planet Kart Images

Roberto Azana, Rento Russo, Welson Jacometti e Maurício Bezerra de Mello


O último final de semana não foi de boas notícias para o kartismo brasileiro fora das pistas. Depois do falecimento do preparador gaúcho Fritz no sábado, o dia seguinte nos reservou mais uma triste notícia.

Faleceu neste domingo, aos 55 anos, o piloto Maurício Bezerra de Mello, o “Mau Mau”, que competiu em duas fases do kartismo brasileiro. Sempre utilizando o número 937, ele fez grandes disputas nos anos 2000, vencendo e conquistando vários títulos.

Depois de um tempo afastado, ele voltou às pistas há alguns poucos anos, agora competindo nas provas do Kartódromo Granja Viana.

Maurício Bezerra de Mello recebeu inúmeras homenagens dos amigos nas redes sociais, através de comentários que ressaltam uma das suas principais qualidades: ser uma pessoa do bem. E conversamos com dois pilotos com larga história no kartismo brasileiro e que conviveram com “Mau Mau” de formas um pouco diferentes.

“O Maurício é ‘das antigas’, ele andava super bem, sempre no pelotão da frente. Ele ficou um tempo parado e quando voltou eu fui um dos caras que o ajudou a se adaptar a esse novo kartismo”, resume Renato Russo. “Mas o principal de tudo é que ele era um cara muito do bem, vai deixar saudades”, completa.

Marcos Peli, em seu início de carreira lá pelos anos 2000 na Copa Noturna, se espelhava nele. “Eu olhava os campeonatos maiores e me espelhava nele, mesmo sem conhece-lo pessoalmente. Comecei a competir nessa época em que ele ganhou muita coisa, então eu admirava o Maurício”, conta o piloto. “Recentemente, quando ele ensaiava seu retorno, fizemos amizade e pude ajuda-lo um pouco nesse kartismo que para ele já era um pouco diferente. Ele era muito benquisto, um cara do bem”, finalizou Peli. 

Fonte: Portal Kart Motor | Erno Drehmer

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